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Centralidades com as casas mais caras

01 de Junho de 2017 • 1735 Visualizações

Todos os cidadãos interessados nos imóveis do Programa Habitacional do Estado (PHE), em Luanda, deverão pagar mais pelas habitações, segundo as informações divulgadas pela Imogestin, imobiliária responsável pelo processo de comercialização dos imóveis estatais. 

O processo de venda das vividas nas centralidades recomeçou no primeiro trimestre, traz apartamentos mais caros do que na primeira fase e com os preços indexados ao dólar. Certos projectos habitacionais contam com uma subida de cerca de 50 por cento do preço, em relação aos preços praticados na primeira fase de vendas. A grande expectativa que se vivia no início desta segunda fase foi assim de certa forma refreada.

Na centralidade do Zango 0, “Vida Pacífica”, onde as vendas deverão começar no terceiro trimestre deste ano, os apartamentos de tipologia T4 custam, em kwanzas, o equivalente a 140 mil dólares, valor muito elevado do que os 90 mil dólares da fase inicial.  Já os T3 começaram a custar, em kwanzas, o equivalente a 110 mil dólares, contra os 70 mil dólares iniciais.

Os imóveis no Km 44 também sofreram um aumento de preço, onde os apartamentos do tipo T3 passaram a custar o equivalente a 35 mil dólares, 5 mil mais do que na fase inicial.

 

Motivos Da Subida de Preços Nas Centralidades

A Imogestin, numa tentativa de esclarecer a situação, declarou que "a subida dos preços se deveu a um conjunto de factores e é definida pelo Estado, sobre sua proposta. "Não faz sentido os preços no Zango 0 serem os mesmos ou mais baixos que os da centralidade do Kilamba, pela diferenciação dos próprios apartamentos", disse a imobiliária, que afirmou não ter qualquer responsabilidade nos preços da primeira fase.

 

Ponto de Situação das Vendas Nas Centralidades

É bom recordar que no início do ano se informou que a ideia era vender, até ao final do ano, habitações nas centralidades de Capari (Bengo): três mil 504 fogos, Baía Farta (Benguela): mil fogos, Lobito (Benguela): dois mil 984 fogos, Luhongo (Benguela): dois mil fogos e Quilemba (Huíla): 854 fogos.

A lista continuava com Quilómetro 44 (Luanda): mil 984 fogos, Zango 8000 (Luanda): oito mil fogos, Zango I (Luanda): dois mil 464 fogos, Cinco de Abril (Namibe): dois mil fogos, Praia Amélia (Namibe): dois mil.

Na totalidade devem ser vendidas 26 mil 790 habitações nas diferentes centralidades do país. Além disso, todas as infraestruturas que rodeiam as centralidades devem ser melhoradas, assim como os serviços e assistências aos cidadãos.

 

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